Desculpem tanta demora! Eu havia escrito um texto sobre os dias
em que o Epica esteve no Brasil, mas deu pau no PC e perdi tudo. Tentei
recuperar o HD, mas o texto foi pro espaço. Enfim, tentarei, com um ponto de
vista bem pessoal, falar um pouco da passagem do Epica por nossa Terra
Tupiniquim. Não vou postar fotos nem vídeos porque existem inúmeros no Orkut,
You Tube, Flickr, etc.
PARTE 1: AEROPORTO
No dia 19 de setembro, fui com meus amigos Jéder e Vivian ao
aeroporto de Guarulhos para a recepção do Epica. O vôo deles estava marcado para
chegar às 19 horas e chegamos ao aeroporto alguns minutos antes desse horário. A
divulgação do horário de desembarque do Epica foi mais divulgada, no Orkut, do
que gostariam alguns. O próprio Mark Jansen, em seu MySpace, anunciou o horário
que chegariam aqui. Isso deixou muitos, inclusive eu, preocupados com a
quantidade de pessoas que iriam. Pra minha surpresa, havia muito menos pessoas
do que eu imaginava, um pouco mais, ou um pouco menos do que havia na recepção
de 2005. Fiquei tranqüilo, mas não por muito tempo. Enquanto a banda não
aparecia, o pessoal da comunidade Epica se conhecia, algumas caras, já
conhecidas desde 2005, eram revistas. Muitas pessoas levavam presentes para a
banda, nós estávamos com a faixa cujo texto (Epica, You’re our Obsessive
Devotion) foi democraticamente escolhido na Comunidade. Entre as pessoas
que desembarcavam alguns reencontros de familiares e simpáticas freiras que se
divertiam entre fotos e risos. Óbvio que toda aquela muvuca causava curiosidade
nas pessoas que passavam por ali e muitos não resistiam e perguntavam o que
fazia toda aquela gente vestida de preto. Nas comunidades no Orkut, foi
grande o pedido para que a galera se comportasse pra não estressar a banda que
já vinha cansada de seguidos shows pela América Latina. No aeroporto esse pedido
também foi reforçado pela galera que estava lá e pelo pessoal da organização do
show. O primeiro a aparecer foi o baterista Ariën Van Weesenbeek, que não
teve muita atenção e o mais impressionante é que muitos não o conheciam, aliás,
alguns ali só conheciam a Simone Simons e o Mark Jansen e eram esses dois que
vinham logo atrás de Ariën. Foi aí que começou toda a baderna: Parece que
algo se apossou de certas pessoas que ficaram completamente malucas, pra começar
uma garota simplesmente agarrou a Simone, depois disso o que se viu foi pessoas
pulando a grade, passando por baixo da grade como se fossem feras famintas atrás
da presa. A Simone reclamou de falta de ar, pois o pessoal não se afastava, todo
mundo queria chegar perto dela ao mesmo tempo e o cara da organização, Edmilson,
berrava pra que dessem espaço. Sem sucesso! Do lado de fora do aeroporto,
Simone parou uma última vez para tentar dar atenção à galera. O Edmilson tentou
organizar uma fila, mas ninguém estava respeitando nada, até que puxaram os
cabelos da Simone que ficou enfurecida. Nesse momento eu desisti de tentar
conseguir autógrafos ou fotos com ela. Já tinham estragado tudo! Os outros
integrantes também não ficaram muito felizes com toda aquela situação, Ariën que
foi ignorado no início, ficou um pouco irritado. O Ad, que não muda muito sua
expressão facial, também não estava se sentindo num paraíso e contou em seu
MySpace que havia centenas de pessoas (Ele exagerou, havia umas 50 pessoas, ou
um pouco mais que isso) e a Simone e ele entraram na van errada e ainda
expulsaram a mulher que havia alugado a van. Tinha uma mulher, que não sei o
nome, que vinha busca os membros que estavam dando autógrafos, um a um. O Yves
estava dando autógrafos e assim que essa mulher chegou, ele a seguiu. O Coen,
desde o início, não aparentou estar muito interessado em dar atenção a ninguém.
E o Mark Jansen, como sempre, foi o mais atencioso, foi o que mais tempo ficou
com a galera, foi ele que mais carregou presentes, os dele e do resto da banda.
Dei-lhe um daqueles chifrinhos que piscam e ele o colocou prontamente, ficou
muito engraçado! Mas uma hora a mulher iria buscá-lo e assim fez. Foi muito
legal estar tão próximo da banda, não é todo dia que temos essa oportunidade,
porém, as cenas presenciadas foram lamentáveis, a tal ponto, que este resumo não
consegue ilustrar com exatidão. É triste saber que nosso país, tão acostumado a
ter notícias ruins correndo pelo mundo, também está perdendo seu posto de um dos
públicos preferidos entre todos no mundo, para estar entre os mais (se não o
mais) mal-educados. O número de pessoas que estava no aeroporto, foi bem
próximo ao que esteve lá em 2005, um pouco mais ou um pouco menos. Porém,
naquela ocasião todo mundo conseguiu tirar fotos e autógrafos, porque a galera
se comportou. Com essa lembrança, assim como da outra vez, a banda avisou quando
chegariam aqui. Infelizmente, jogamos no lixo a confiança que a banda tinha em
nós. Assim, só alguns poucos conseguiram o que queriam, principalmente com a
Simone. Fiquei muito triste, sobretudo pelo Edu, que me perguntou várias vezes
no Orkut, se era realmente possível conseguirmos tirar fotos com a banda e me
perguntou novamente no aeroporto. Baseado em 2005 e vendo a quantidade de
pessoas, disse que não teria problemas. Ele deixou de ir ao trabalho, comprou
duas caixas de bombons (Cacau Show, não deve ter sido barato) e no fim das
contas, não conseguiu entrega-los à Simone. Espero que isso não manche demais
nossa reputação e que possamos nos redimir um dia.
PARTE 2: A FILA
Certamente, uma das melhores partes dos shows é a fila. É nela
que nascem muitas das histórias dos shows, geralmente as engraçadas. O Jéder,
minha irmã e eu chegamos ao Citibank Hall por volta das 19 horas e a fila já
havia entrado, portanto, não tenho histórias pra contar da fila. Porém, algo que
todos souberam que aconteceu e que eu não poderia deixar de comentar, foi quando
o Epica começou a passar o som. Segundo comentários no Orkut, algumas pessoas
arrombaram (ou tentaram arrombar) uma porta de emergência pra entrar no Citibank
e ficaram lá gritando, como loucas, até que os seguranças fecharam a porta. Já
não bastavam os acontecimentos do aeroporto, a galera deu mais essa pisada na
bola. É duro viu! Sem falar, é claro, nas pessoas que não respeitam nem a si
próprias e que na maior cara de pau, cortam a fila. Pelo que li, havia alguns
idiotas, que se achavam donos da fila, com uma lista de nomes das pessoas que
teriam seus lugares garantidos, obrigando, inclusive, alguns a irem pra trás,
sob ameaça. Lamentável!
PARTE 3: O SHOW
Eu levei papel e caneta, pra marcar os horários de início e
término dos shows da banda de abertura e do Epica. Na hora nem lembrei disso,
então não vou me prender aos horários. Chegamos (Jéder, minha irmã e eu) ao
Citibank quando já não existia mais fila, sem nenhuma pretensão de ir para a
grade, principalmente porque o lugar não é tão grande e de qualquer lugar da pra
se ter uma boa visão. Ficamos ali no meio mesmo. Encontramos algumas pessoas por
ali, a Ana da comunidade Epica, o Edu, o César, Samantha (Lady do Arco
Negro), o Cláudio, entre outras. A primeira atração da noite foi o
Atheistic, banda mineira que toca o que alguns chamam de Dark Metal. Tocaram por
uns 30 ou 40 minutos, no máximo e o repertório contou com covers de Cradle of
Filth e de R.E.M. Boa banda, pra quem curte o estilo e a tecladista é
linda! Como o Atheistic tocou cedo, o intervalo para o show do Epica foi
grande. A galera papeava enquanto rolavam alguns clipes no telão, entre eles
Nights of Arábia, do Kamelot e Inferno, do
Symphony X. Lá na frente, próximo à grade a galera se empurrava e se
espremia. Foi nesse intervalo que conseguimos entregar a faixa que levamos,
para o pessoal do Fã Clube pendurar no camarote, que já estava com duas faixas
do A New Age Dawns lá. Ficamos sinalizando lá de baixo e como o lugar é
pequenos eles nos viram e o Carlos desceu pra pegar a faixa. Infelizmente os
seguranças pediram que as retirassem. Achei ridículo, pois as faixas não iriam
intervir em nada. Mas durante o show os caras do Fã Clube colocaram-nas por
alguns momentos, espero que a banda tenha visto. Bem próximo ao horário
marcado foi anunciado o início do show, que começou com Indigo. Adoro essa
introdução e fica ainda mais fantástica com a sua seqüência, The Obsessive
Devotion, que levou todos à loucura. A seqüência das três primeiras músicas foi
fantástica: Índigo / The Obsessive Devotion, cheia de energia, a fabulosa
Sensorium, que ficou ainda melhor com o Mark anunciando-a num bom português e
Menace of Vanity, uma das músicas mais nervosas do The Divine Conspiracy. O
repertório inteiro segue abaixo:
Indigo The Obsessive Devotion Sensorium Menace of
Vanity Quietus Fools of Damnation Cry for the Moon Drum
Solo Linger Blank Infinity Crystal Mountain (Death Cover) Seif Al
Din Façade of Reality Chasing the Dragon The Phantom Agony Solitary
Ground Mother of Light Sancta Terra Consign to Oblivion
Uma das coisas que mais chamou atenção foi o Mark pronunciando
algumas palavras em português (Como: “Vocês são Foda!”, “Eu amo o Brasil!”,
“A próxima música é…”, etc). Muito engraçado o sotaque, mas muito louvável
o esforço, que a meu ver, mostra uma imensa consideração. Provavelmente, ele
está tendo umas aulinhas com sua namorada, Paula, que é brasileira. O Mark
também tentou puxar Aquarela do Brasil, composição de Ary Barroso, mas foi um
pouco frustrante, pois ninguém sabia cantar a música e o máximo que a galera fez
foi bater palma e fazer um lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá. De qualquer
forma, mais uma demonstração de consideração. Outra parte bacana, foi quando
o Mark pediu pra galera gritar, dividindo a pista em três partes, esquerda,
direita e meio. Ou seja, o Epica é fantástico e o Mark Jansen dá um show a
parte de interatividade. Sem falar que ta arregaçando nos guturais. Não
preciso nem dizer que a Simone está cantando ainda melhor e girando a cabeça
como poucos. Naturalmente lindíssima, lindamente vestida. Nessa tour Latina ela
usou essa roupa em alguns shows e eu estava torcendo pra que ela a usasse aqui
também. Meus pedidos foram atendidos! Em suma, Simone canta muito e brinca muito
durante o show, embora eu a tenha sentido um pouco mais acanhada. Eu estava
muito curioso pra ver a performance do Ariën. Eu já sabia que ele tocava pra
caramba, pelos inúmeros vídeos que rolam pelo You Tube, mas queria ver ao vivo.
Fabuloso, o cara manda muito bem, deu mais peso às músicas antigas e também às
novas, pois ao vivo ele faz algumas mudanças nas linhas de bateria. E o solo do
Ariën ficou muito bom, muita técnica e interatividade com a galera. O solo foi
após a Cry for the Moon, uma das preferidas e provavelmente a que a galera mais
participa. Por falar em participação, em Solitary Ground, somente a Simone e o
Coen estiveram no palco, o resto da banda entrou no fim da música e a galera
cantou junto. Foi lindíssimo, quando, no segundo Coen puxou e só a galera
cantou. Confesso que quando vejo o vídeo me arrepio. O Coen também conversou e
interagiu legal com a galera no início de Sancta Terra, pedindo pra que todos
(todos mesmo) levantassem as mãos e batessem palma. Delirei quando o Mark
começou a falar que fariam um cover de uma já extinta banda, no caso, o Death.
Adoro Crystal Mountain, como um legítimo fã de Death e ver uma das minhas bandas
preferidas, tocando um dos meus sons preferidos de outra das minhas bandas
preferidas é demais. É impressionante como eu não consigo parar de escrever.
Embora eu ache que o show em 2005 não foi superado, o de 2008 também foi
fantástico! Senti falta de uma participação maior da galera cantando as músicas,
sobretudo as mais recentes, também senti falta do mega-ventilador da Simone que
a deixa com os cabelos esvoaçantes. Falaram-me que tinha ventilador, mas pelo
que parece era muito fraquinho. A Simone comentou do Programa do Jô, antes de
tocarem Linger, onde o microfone dela, que já havia falhado algumas vezes, parou
de vez. A galera aplaudiu, mas aí Simone e Coen retomaram a música e o
microfone, pelo que me recordo, não falhou mais. Eu já comentei da faixa que
levamos e das faixas do Fã Clube, teve as bexigas nas cores da bandeira da
Holanda, também combinado com a Comunidade Epica, mas isso não deu muito certo.
Legal mesmo foi a camisinha que encheram e que chegou até o Mark Jansen que a
pegou e disse algo como “You’re Sex Animals”! Havia me esquecido da
bandeira do Brasil, assinada pela galera no aeroporto e que a banda carregou no
palco. Como nos outros shows da turnê, fecharam com Consign to Oblivion.
Chave de Ouro!
PARTE 4: PÓS SHOW
Depois do show, uma parte da galera ficou ainda na pista,
esperando que a banda descesse, embora tudo levasse a crer que isso não
aconteceria. Mas após alguns minutos, eis que aparece o guitarrista , Ad
Sluijter, pra dar autógrafos e tirar fotos com a galera. Depois de alguns
minutos Mark Jansen também aparece, fui o primeiro a ver, inclusive. Comparado
com o aeroporto, lá estava tudo muito tranqüilo, todo mundo conseguiu fotos e
autógrafos com eles. Acho que se a banda toda descesse não haveria problemas
semelhantes aos do aeroporto, até porque havia muito mais seguranças. Mas ainda
acho, que essa foi uma forma de despistar a galera, enquanto o resto da banda se
dirigia para o Hotel que estavam, que fica bem na frente do Citibank Hall. Ainda
assim, valeu a pena! Como só teria ônibus na manhã de domingo (por volta das
4 da manhã), tivemos que ficar na frente do Citibank / Hotel, durante a
madrugada. Nisso o Ad, o Mark e o Ariën ficaram lá na frente do hotel dando
autógrafos, tirando fotos e conversando com o povo que estava por lá. Ficaram
por muito tempo mesmo, levando em consideração o cansaço que eles deveriam estar
sentindo. Foram muito atenciosos e o Ariën não largava a latinha de
cerveja. Quando nos preparávamos para ir embora a banda também estava
deixando o hotel. A Simone foi a primeira a entrar na van e de lá não saiu mais.
Mark, como o mais simpático da banda, foi o único a acenar para os que ainda
permaneciam ali, antes de entrar na van e quando essa partiu. Assim que se
foram, nos dirigimos ao ponto e terminava os nossos dias Épicos.
PARTE 5: VILA VELHA
No domingo, 21/09, o Epica fez o último show em sua turnê
latino-americana, no Ginásio Marista, em Vila Velha, Espírito Santo. Pelo que
li, também teve recepção no aeroporto e no hotel, não tão estressante como em
São Paulo, mas não foram muitos os que conseguiram alguma coisa. A banda estava
muito cansada e foram direto para seus quartos, pra variar, foi Mark que deu
mais atenção aos que ali estavam. O show em Vila Velha foi mais "familiar",
porque o público foi baixo. Como não fui nesse show, acho melhor deixar
um link com a
resenha. E segue abaixo o Set List.
Indigo Obsessive Devotion Sensorium The Last
Crusade Quietus Fools of Damnation Cry for the Moon Drum
Solo Solitary Ground Crystal Mountain (Death Cover) Seif Al
Din Facade of Reality Chasing the Dragon The Phantom Agony Sancta
Terra Consign to Oblivion
PARTE 6: CONSIDERAÇÕES FINAIS
O show em São Paulo foi muito bom e creio que o de Vila Velha,
apesar do publico menor, tenha tido a mesma qualidade. O Epica é uma banda que
mesmo já tendo certo status mundialmente, age com muita humildade. São muito
atenciosos com seus fãs e talvez por isso, algumas pessoas fazem confusão e
acham que a banda tem que se sujeitar a qualquer coisa. Eles são humanos, como
todos os outros e como todo ser humano normal, não ficam muito felizes ao terem
seus cabelos puxados, por exemplo. Por isso, com a passagem do Epica ao Brasil
fica uma lição, que já deveria vir de berço, mas não é bem o que acontece por
aqui:Educação é primordial! Devido à falta de educação de algumas pessoas,
sobretudo no aeroporto de Guarulhos, muita gente deixou de conseguir fotos e
autógrafos com seus ídolos e um momento tão aguardado foi estragado. Soubemos
que a própria banda aguardava com ansiedade pela recepção e pretendia tirar
fotos com toda a galera junta. Mas depois do ocorrido, a banda manteve distancia
das pessoas, porque a impressão é que não passavam de um bando de selvagens.
Outros incidentes ocorreram em shows de outras bandas aqui no Brasil, então ao
que parece, estamos perdendo nosso posto de um dos melhores (se não o melhor)
lugar pra se tocar pra ganharmos o título de público mais mal-educado. As cenas
vistas foram lamentáveis e eu, como brasileiro, fico muito triste que elas
tenham ocorrido aqui no Brasil. Agora já passou e não adianta mais chorar,
espero que a banda perdoe o comportamento de alguns e que isso não atrapalhe
possíveis novas visitas ao Brasil. Por favor, não vamos mais nos comportar feito
tiétes malucas. Congratulação à banda e puxão de orelha na galera.
Hoje é dia do show do show do Epica em Santiago, no Chile. Detalhe: Ingressos
esgotados! O show será no Teatro Novedades e se iniciará às 21:00 h. Abaixo, os
flyers!
Bom, como todos sabem, domingo, 14/09, o Epica tocou no Equador, no Teatro Bolívar. O que mais chamou minha atenção, é que este foi um show comum, com guitarras distorcidas, vocais guturais e pedais duplos, porém, o público assistiu a ele sentado. Isso mesmo! Estavam num teatro, portando, tiveram que se comportam. Óbvio que as pessoas gritaram, levantaram as mãos, tiraram fotos, se não fizessem isso também, seria demais, né? Num show acústico tudo bem, não tem nem energia pra galera ficar em pé e agitar, mas imaginem a banda tocando Crystal Mountain, por exemplo, com a galera toda sentada. Deve ter sido curioso para o público (teria sido para mim) e, certamente, também para a banda. Segundo li em alguns lugares, o público se levantou, principalmente na entrada da Simone, mas não sei dizer se manteve-se o show todo em pé, ou sentou-se em seguida. De qualquer forma, o fato de haver cadeiras na pista, já é inusitado, para um show de Metal comum. Enfim, embora tenha sido um pouco diferente do habitual, o show manteve a mesma qualidade musical. Às 18:10 entrou a banda de abertura, DST, que estreou nesse show sua nova vocalista, Paulina Maciel. Saíram do palco às 18:45. O Epica subiu ao palco às 19:15 e o repertório não foi muito diferente dos outros shows dessa turnê latino-americana. Ainda que o público não pudesse se movimentar muito, no palco a banda exibiu sua performance e interação característica, além de toda sua energia e sua simpatia. Não tenho, ainda, o repertório completo, mas assim que eu conseguir postarei aqui. Veja algumas fotos da banda DST, do Epica e do Teatro Bolívar.
Os shows no Equador, na Colômbia e na Venezuela tiveram lotação máxima! Os ingressos para o show do Chile também já se esgotaram e nós, de São Paulo, estamos quase chegando lá! Vamos nessa nessa, São Paulo e Vila Velha, também, esgotar esses ingressos e fazer os melhores shows dessa turnê!
E hoje são os equatorianos que terão o prazer de conferir mais um espetáculo
do Epica que tocará no Teatro Bolivar, em Quito. O show está previsto pra
começar às 17 horas e terá DST, banda local, como atração inicial, que segue uma
linha Doom e possui vocais líricos, guturais e letras em espanhol. Quem quiser
conhecer mais sobre a banda DST clique
aqui.
Abaixo a capa da revista equatoriana Darkness Magazine nº17, que tem a Simone
Simons na capa.
COLÔMBIA
Ontem, 13 de Setembro, foi a vez do Epica tocar no Downtown Majestic, que
fica na cidade colombiana de Bogotá. Confiram algumas fotos desse show
abaixo
VENEZUELA
Após saírem de El Salvador, Epica desembarcou na América do Sul, pra se
apresentar no dia seguinte no Salón La Alhambra, na cidade de Valencia,
Venezuela. Esse show ficou marcado pela desorganização, pois era para começar às
18 horas, mas só teve início por volta das 23 horas. Além disso, os seguranças
deixaram algumas pessoas que não tinham ingresso, entrar por uma outra porta,
certamente, sob propina. Nem precisa falar que a galera já estava impaciente,
após 5 horas de espera. Obviamente não teve banda de abertura, como era
previsto. No entanto, todos transtornos e incompetência da organização foram
compensados pela competente musicalidade e presença de palco do Epica, que mais
uma vez esteve impecável, com muita energia e simpatia. Só pra citar alguns dos
muitos destaques, Mark Jansen usou uma blusa com a bandeira da Venezuela e ao
final do show deu um mosh, saltando na galera, que a muito custo o soltou.
Simone mostrou todo o seu carisma e talento, pra variar e Ariën arregaçou na
batera. Estou doido pra ver esse cara tocar. Após o show, a banda (excetuando
Simone e Coen que estavam exaustos) ainda deu uma pequena coletiva, tirou fotos
e deu autógrafos pra galera. Está pra nascer banda tão atenciosa como
essa! Vejam aí o Set List e algumas fotos desse show.
01. Indigo 02. The Obsessive Devotion 03. Sensorium 04.
Quietus 05. Blank Infinity 06. Chasing The Dragon 07. Fools Of
Damnation 08. Cry For The Moon 09. Crystal Mountain 10. Drum
Solo 11. Solitary Ground 12. Seif Al Din 13. Façade Of Reality 14.
The Phantom Agony 15. Sancta Terra 16. The Last Crusade 17. Consign To
Oblivion
EL SALVADOR
Depois da grandiosa passagem pelo México que contou com tarde de autógrafos e
três shows, sendo um deles especial, com um set acústico e o Debut Album The
Phantom Agony, tocado na íntegra, além de algumas músicas que fazem parte da
maioria dos repertórios dessa turnê, foi a vez de El Salvador assistir ao Epica,
no último dia 09/09, o local do show foi o Gimnasio Nacional Adolfo Pineda na
cidade de San Salvador. Confira abaixo o Set List, que à exemplo dos outros
shows está incrível e algumas fotos.
01. Indigo 02. The Obsessive Devotion 03. Sensorium 04. Chasing the
Dragon 05. Quietus 06. Cry for the Moon 07. Drum Solo 08. Seif Al
Din 09. Façade of Reality 10. Solitary Ground 11. The Last
Crusade 12. Crystal Mountain 13. Fools of Damnation 14. The Phantom
Agony 15. Sancta Terra 16. Mother of Light 17. Consign to Oblivion
E Epica está cada vez mais perto de nós. Hoje eles chegam à América do Sul e o primeiro show por aqui, quinto do turnê Latino Americana, será no Salon La Alhambra, na cidade de Valencia na Venezuela. Esse show será para apenas 800 pessoas, Blooding Tears será a banda de abertura. Eles são da própria cidade de Valencia e contarão com a participação especial do Coral del Orfeón de la Universidad de Carabobo. Abaixo os flyers do evento e o ingresso. Até logo!
Em plena terça feira rolou o quarto show da turnê latina, na Feria Internacional, em El Salvador. Veja abaixo os flyers desse show e no pequeno player acima das imagens você pode ouvir a propaganda de divulgação do show do Epica em El Salvador.
E a turnê pela América Latina continua a todo vapor. Estou meio
sem tempo, mas não posso deixar de dar um pouco de atenção para cada show do
Epica. Abaixo seguem o repertório e 4 vídeos do segundo show no Circo
Volador, 5 de Setembro. Todos os vídeos estão numa mesma janela. Até logo,
pois já tenho que por o próximo post!
Set Acústico
01.Linger 02.Safeguard to Paradise 03.Memory 04.Solitary
Ground 05.Chasing the Dragon 06.Quietus
The Phantom
Agony
07.Adyta 08.Sensorium 09.Cry for the
Moon 10.Feint 11.Illusive Consensus 12.Façade of Reality 13.Run for
a Fall 14.Seif al Din 15.The Phantom
Agony
Encore
16.Fools of Damnation 17.The last Crusade 18.Consign to
Oblivion
E na sexta-feira, dia 5 de Setembro, foi a vez da Cidade do México receber o
Epica, no Disco Volador. Novamente, o sangue latino falando alto, a galera
frenética, porém, algumas coisas não muito legais aconteceram: O som não estava
colaborando, em alguns momentos a não se ouvia a voz da Simone e até as
guitarras chegaram a sumir. E o fato mais marcante e mais lamentável aconteceu
quando eles tocavam Sensorium, onde “una chica” jogou uma pulseira que acertou
bem no rosto, quase no olho, da Simone. Vários vídeos mostram essa cena, mas
acho que esse que postei abaixo é o mais nítido.
A garota queria presentear a Simone e acabou fazendo besteira.
Depois, tudo se resolveu e o show prosseguiu, com o calor latino
característico. E hoje foi o dia do show acústico, seguido do álbum The
Phantom Agony tocado na íntegra. Abaixo o Set List do show no Disco Volador, à
propósito, esse Set List está fantástico! E algumas fotos também, claro!
01. Indigo 02. Obsessive Devotion 03. Quietus 04. Menace
of Vanity 05. Living a Lie 06. Sensorium (interrompida) 07. Crystal
Mountain 08. The Imperial March 09. Cry For the Moon 10. Drum
Solo 11. Sensorium 12. Blank Infinity 13. Fools of Damnation 14.
Mother of Light 15. Phantom Agony 16. Chasing the Dragon 17. Sancta
Terra 18. Consign to Oblivion
Olá, Fãs Epicos! Acredito que nesse momento, a ansiedade de
todos está nas alturas, com a proximidade cada vez maior do grande dia. É, eu
também estou ansioso. Ainda mais agora, que nossa querida banda holandesa já
está em terras latino-americanas e com fotos e vídeos desses shows rolando por
toda a internet. Estamos acostumados a ver vídeos de shows do Epica pela
Europa, com a platéia fria, apática, que não agita e muitas vezes nem canta
durante os shows. Às vezes levam dias ou semanas pra se ter algum vídeo ou foto
de determinados shows. Nesse sentido, não sei se eles não têm esse verdadeiro
“sentimento de devoção obsessiva” que os latinos possuem por ser uma
característica natural ou se porque tem show com muita freqüência na Europa e
pra ir de um país à outro não é tão complicado. Concordo com as duas, mas fico
mais com a primeira opção. Nesse começo de passagem pela América Latina, lá no
México, estamos vendo o que certamente será a regra, por toda a turnê: Shows com
a galera completamente endoidecida, pulando, gritando e cantando todas as
músicas, todo mundo com câmera na mão, fãs correndo atrás da banda pela rua,
muitas fotos rolando pela rede e muitos vídeos no You Tube. Como dito no post
anterior, no dia 3 de Setembro o Epica deu uma tarde de autógrafos. Pra quem
quiser ter uma noção de como foi é só ir no You Tube e procurar por “firma
autógrafos Epica”, ou algo do tipo, pois existem vários vídeos da tarde de
autógafos, deles chegando ao local, deles saindo, andando pela rua… No dia
seguinte, 4 de Setembro, aconteceu o show no Café Iguanas, em Monterrey, também
não vou por nenhum vídeo aqui porque no You Tube tem muitos, mas abaixo segue a
lista de músicas que eles tocaram, porém, só as três primeiras estão na
seqüência correta e algumas fotos do show.
Indigo The Obsessive Devotion Sensorium Cry for the
Moon Seif Al Din Quietus Fools of Damnation Living a
Lie Safeguard to Paradise The Imperial March (Instrumental) The Phantom
Agony (Música que termina a primeira parte do show) Chasing the
Dragon Sancta Terra Consign to Oblivion (Música que termina o show)
Olá! Agora sim, a contagem regressiva ganha mais força, pois vai começar a turnê do Epica por terras latino-americanas, com início no México. Ontem, 03/09, em Monterrey, local do primeiro show do Epica no México, às 14 horas, horário local, rolou uma tarde de autógrafos com a banda, no Dark Vission Music Shop, tendo sido necessário, para entrar, apenas o ingresso do show. Clique aqui e veja uma pequeno vídeo dessa tarde de autógrafos.
Show que acontecerá nessa quinta-feira, 04/09, às 21 horas, horário local, no Café Iguana e, ao que parece, não terá banda de abertura. O segundo show será no dia 05 de Setembro, às 20 horas, no Circo Volador, na Cidade do México. E no dia 07/09 terá um outro show, também no Circo Volador às 20 horas, com ingressos limitados, em comemoração ao 5° aniversário do Debut Album do Epica, The Phantom Agony. Esse show terá um set list acústico e o Epica também tocará o álbum The Phantom Agony na íntegra. Morramos de inveja! Seguem abaixo os flyers.
Olá! Seguem abaixo, algumas fotos do show do Epica que rolou no sábado passado, em Amstelveen na Holanda. Vocês notarão que algumas fotos não são do Epica, são da banda A New Dawn, que abriu o show. Aproveito pra estrear uma novidade aqui, que é o mural de fotos em rolagem. É melhor, tanto na questão da estética, quanto na questão da praticidade, pois evita que o visitante tenha que ficar descendo a página inteira pra ver todas as fotos, o que me impedia, inclusive, de colocar muitas. Agora é só a pessoa ir clicando nos números pra ver as fotos, uma por uma, ou clicar em Play, pra vê-las em Slide. Não sei se vai deixar a página muito mais pesada, mas espero que todos curtam. Vou me concentrar agora na turnê latino-americana do Epica. Até o próximo post!
Confesso que não curtia muito as linhas de bateria do Epica, quando o baterista era o Jeroen Simons. Na verdade, continuo não curtindo as linhas de bateria dos cds mas, mesmo assim, mudei de opinião quanto ao Jeroen quando o vi tocar ao vivo, em 2005. Fiquei triste, inclusive, quando ele deixou a banda. Entretanto, quando o The Divine Conspiracy foi lançado, uma das coisas que mais me chamou a atenção foi a bateria. Muito mais agressiva, mais variada, com muito mais pegada, aliada a uma grande técnica, como não havia antes em qualquer outro álbum do Epica e como não há em qualquer outra banda do gênero. Serão as raízes Death de Ariën Van Weesembeek? Afinal, todos nós sabemos que ele é o baterista do God Dethroned. O que importa é que Ariën arregaça e sua performance é uma das coisas que estou ansioso pra ver no show do Epica, daqui alguns dias em Sampa. E fiquei mais ainda após ver o solo de bateria do show do dia 30 de agosto no P60. Confiram aí!
Ontem, 30 de agosto, foi o último show do Epica antes de
iniciar a sua tour pela América Latina. O show foi no P60, na cidade de
Amstelveen, na Holanda e teve abertura da banda A New Dawn. Fica aqui o meu
agradecimento à agilidade da pessoa que foi assistir a esse show e, sem perder
tempo, já postou alguns vídeos no You Tube. O vídeos em questão são Quietus
e Safeguard to Paradise e o melhor, em alta qualidade. Como eu também não
gosto de perder tempo, tratei de postá-los aqui também. Provavelmente em breve
teremos outros vídeos e fotos. Por enquanto, curtam o vídeo e até o próximo
post!
QUIETUS
SAFEGUARD TO PARADISE
Um pouco depois de Quietus e Safeguard to Paradise, foi
disponibilizado no You Tube o vídeo de Chasing the Dragon, no P60. Este não tem
a opção de ser visto em Alta Qualidade, mas está muito bom. Enjoy it!
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